<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090</id><updated>2011-11-05T16:45:20.987-02:00</updated><title type='text'>Economia Comportamental e Gestão baseada em Evidências</title><subtitle type='html'>Blog para divulgação e análise de fenômenos sociais, econômicos e culturais por meio de modelos empíricos e/ou interdisciplinares.

[Por Professor Luciano Rodrigues Pinto]</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-3349076177965731265</id><published>2010-10-14T15:21:00.001-03:00</published><updated>2010-10-14T15:23:41.258-03:00</updated><title type='text'>Eficiência e eficácia - as lógicas e não tão lógicas verdades do método.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Tanto as ferramentas matemáticas, quanto aquelas baseadas na experiência são, por definição, mecanismos válidos para aumentar a eficiência em sistemas e organizações. No entanto, a lógica dedutiva e a indutiva que&amp;nbsp;as sustentam não dão conta&amp;nbsp;do novo, do imprevisto e&amp;nbsp;do complexo. Assim, para auxiliar em processos de inovação e criação necessitamos da lógica abdutiva, daquela do que poderia ser e do que imaginamos a partir da combinação e da recombinação de saberes, experiências, heurísticas e intuições.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Porém, se os métodos tradicionais são ótimos por sua confiabilidade - chegam aos mesmos resultados sempre ou na maioria das vezes, a lógica abdutiva só pode ser corroborada com os próprios resultados. Ou seja, não se trata de obter eficiência, mas buscar novos caminhos válidos que assegurem resultados eficazes.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;É claro que uma organização que deseje aumentar a eficiência de um processo necessita basear-se naquilo que conhece e, melhorar, a partir de processos confiáveis o que faz. Mas, isto somente, é pouco para garantir margens de rentabilidade e sustentabilidade do seu negócio. Novas tecnologias, rupturas sociais e tecnológicas, mudanças culturais, entre tantas; todas, mudam cenários e transformam modos e formas consistentes em modelos ultrapassados e obsoletos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;É relativamente fácil incorporar novas tecnologias de produção e manutenção. O desafio é recriar o espaço de atuação de uma empresa, de um grupo em torno de novos e criativos produtos e/ou serviços. Desafio e desdobramento necessário a que deseja conquistar novos espaços em um mundo novo ou em um novo mercado.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;O passado apenas com limites extremos nos ajuda a saber o próximo passo. Às vezes, torna-se necessário romper tradições e modos bem concebidos para alavancar negócios e formas de fazer ou pensar revolucionárias e funcionais. Pensar como um designer, um arquiteto e executar como um mestre de obras de pragmatismo radical. E, outras, é preciso repensar até mesmo o modo que vemos as coisas e o mundo ara sugerir mudanças duradouras e viáveis.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Assim, nosso desafio e objetivo não é mergulhar no que fizemos bem, mas naquilo que poderemos criar de novos espaços, novos produtos e novas formas de conceber e ampliar nossa atuação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-3349076177965731265?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/3349076177965731265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2010/10/eficiencia-e-eficacia-as-logicas-e-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/3349076177965731265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/3349076177965731265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2010/10/eficiencia-e-eficacia-as-logicas-e-nao.html' title='Eficiência e eficácia - as lógicas e não tão lógicas verdades do método.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-1890955871181499784</id><published>2009-10-30T11:51:00.001-02:00</published><updated>2009-11-23T15:01:31.258-02:00</updated><title type='text'>Taxa marginal complementar - uma hipótese.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os métodos tradicionais de análise econômico-financeira de projetos envolvem técnicas como o VPL (Valor Presente Líquido), a TIR (Taxa Interna de Retorno), entre outras. Mas há um enorme desafio em alocar tais técnicas aos novos empreendimentos da áreas de serviços, ou nas estimativas do impacto de certas inovações. Sem perder a sua importãncia, levanto a hipótese de que tais técnicas podem ser auxiliadas ou susbstituídas por uma análise simples e matemática da relação entre receita marginal global de uma empresa ou instituição, e os custos marginais do projeto de investimento ou inovação. Tal relação tem a vantagem de poder ser utilizada em termos de modelagem matemática em casos como do Google, do Yahoo e de uma série de negócios e empreendimentos grátis e que por meio de subsídios cruzados mostram-se eficientes; ou em outras palavras, utilizam&amp;nbsp;estratégias evolutivamente estáveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando uma organização como o Google ou o Yahoo oferece um serviço de Internet gratuito, as ferramentas tradicionais de análise de investimentos entram em um paradoxo. Assumir custos elevados de hardware e mão de obra, além de tantos outros e produzir um fluxo de caixa negativo em toda sua existência em tais projetos pararece um &lt;em&gt;non sense&lt;/em&gt;. Entretanto, tais&amp;nbsp;estratégias mostram-se não só grandes&amp;nbsp;sucessos comerciais, tornam-se efetivamente ferramentas&amp;nbsp;de ganhos e lucros crescentes. Mas por quê?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, em linha gerais os custos altos mencionados são diluídos pelo novo número de usuários/clientes adquirido, ou por aqueles que desejam ser visualizados por eles. Ou seja, o custo marginal - o custo pela adição de um cliente a mais em espaço ilimitados da Web, baixa cada vez mais, tornando-se tão pequeno que em termos gerais é desprezível. Por outro lado, dos milhares de novos clientes, uma pequena fração utiliza serviços pagos. Bem como, em geral,&amp;nbsp;a publicidade paga por quem quer ser visto por estes usuários cresce de forma exponencial. Um caso clássico de receita marginal a taxas crescentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deste modo,&amp;nbsp;quando a taxa de custo marginal&amp;nbsp;varia de forma negativa [decrescente] e a receita marginal conjunta da organização cresce de forma constante&amp;nbsp;ou acelerada; então temos o fenômeno das grandes corporações citadas acima. Não é só isso, empresas e&amp;nbsp;projetos analisados pela esfera da escassez e custos marginais crescentes são agora viáveis - e não só na esfera dos bits e bytes. A abundãncia de armazenamento, processamento e largura de banda mudam as regras do jogo econômico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, uma modelagem matemática dos prováveis custos marginais de uma iniciativa de uma organização em um projeto, e a receita marginal - a taxa de crescimento como um todo - podem trazer a viabilidadde econômica de estratégias e projetos paradoxais e que tanto se avolumam no mercado mostrando sua força. Se nesta modelagem,&amp;nbsp;a receita marginal da inclusão de um projeto&amp;nbsp;ao longo do tempo [sim ainda se pode utilizar o critério do valor do dinheiro no tempo] mostrar-se, em média, superior aos custos marginais para a organização como um todo - ou até apresentar custos marginais decrescentes, então a estratégia é estável em comparação com outras que exijam estudos técnicos elaborados e alto grau de incerteza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse primeiro esboço não visa queira destruir ou renovar as idéais sobre a avaliação de projetos. Afinal, os conceitos de receita marginal e custo marginal são bem conhecidos da maiorias esmagadora dos profissionais que tomas decisões nas organizações públicas ou&amp;nbsp; privadas. A ideia é apenas apresentá-la de forma sistematizada na análise de viabilidade econômico-financeira em projetos de investimento, abarcando o conceito de subsídios cruzados não só para itens, mas para projetos completos.Ou seja, possibilitar uma forma mais viável de apresentar e analisar empreendimentos em áreas de serviços e de bens intangíveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E mais do que o lucro marginal, podemos pensar em termos de taxa marginal complementar ou algo similar. O termo complementar visa evitar o isolamento do projeto em relação a organização como um todo. Um antítodo para o velho hábito de esquecer que um sistema [ou em negógio] é mais do que a simples soma das partes. Ainda é preciso amdurecer estas idéias. Peço sua ajuda para entender se a mesma é realmente viável e as formas e métodos que podemos aplicá-la ou refutá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aprofundar algumas ideias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Free: grátis, o futuro do s preços. Chris Anderson. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Teoria dos Jogos: com aplicações em Economia, Administração e ciências Sociais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-1890955871181499784?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/1890955871181499784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/10/taxa-marginal-complementar-uma-hipotese.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/1890955871181499784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/1890955871181499784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/10/taxa-marginal-complementar-uma-hipotese.html' title='Taxa marginal complementar - uma hipótese.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-4966011027523177474</id><published>2009-10-20T11:47:00.001-02:00</published><updated>2009-11-23T15:04:50.772-02:00</updated><title type='text'>Tomada de decisão e Estratégias de Ação.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tomada de decisão envolve riscos e incertezas no ambiente organizacional que exige, por parte de gestores e dos grupos de profissionais nas mesmas, um conjunto de competências e habilidades tanto de métodos quantitativos, quanto de técnicas qualitativas para avaliação das alternativas e escolha das mais desejáveis em termos econômicos e/ou sociais. No entanto,&amp;nbsp;talvez por um viés na educação conemporãnea, a parte quantitativa é subvalorizada, quando não 'atacada' como incapaz de colaborar no processo decisório em tempo real das organizações e dos indivíduos que exercem determinadas atividades profissionais. Afirmação equivocada ou distorcida quando nos colocamos a par dos usos e aplicações da Teoria dos Jogos e dos modelos bayesianos, só por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Citar todas as áreas em qua métodos quantitativos melhoraram e ainda otimizam&amp;nbsp;o desenvolvimento técnico-científico não provaria ou atestaria os benefícios destes à tomada de decisão. Por isso, vale a pena lembrar que aplicações da Teoria dos Jogos e da tomada de decisão bayesiana em condições de incerteza tem sido úteis aos últimos avanços de ferramentas de Inteligência Artificial e na simulação de ambientes competitivos - da cooperação de genes à dinãmica competitiva em setores industriais. Bem como,&amp;nbsp;vale a pena lembrar que a logística moderna é&amp;nbsp;amparada em modelos matemático-estatísticos para permitir que empresas e indivíduos cumpram prazos e metas de produtos e serviços, sem os quais você teria serviços ainda mais deficientes devido as distâncias e recursos envolvidos em um simples pedido pela internet de um notebook.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em primeiro lugar, cabe ressaltar que&amp;nbsp;tanto na Teoria dos Jogos, quanto no uso&amp;nbsp;dos modelos bayesianos, não&amp;nbsp;existe a pertinência da crítica&amp;nbsp;à racionalidade restrita que tanto se&amp;nbsp;menciona nas ciências sociais. Ao contrário, os modelos de ambas incorporam aspectos da ncerteza e dos risco na tomada de decisão, bem como enfrentam a possibilidade de erro [ou seria melhor definir como estratégias não ótimas]&amp;nbsp;do tomador de decisão como um aspecto plausível em seus cenários. Além disso, a modelagem envolve tabelas [matrizes] ou árvores de decisão, em ambos os casos, incorporando ou não em decorrência da situação em estudo as possibilidades de um acontecimento. Ou seja, a lógica situacional utiliza-se de ordens de preferência - escalas ordinais - ou de frequência para determinar as opções que deverão ser escolhidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, metologias de tomada de decisão individual ou em grupos que se baseiam em matrizes e diagramas possuem um forte apoio empírico e de modelos matemáticos quanto sua robustez e consistência.&amp;nbsp;ao se respeitar&amp;nbsp;algumas regras de aplicação e com a utilização sistemática de modelos adequados, a simulação e a própria técnica de modelagem permitem antecipar estratégias de competidores, descrever cenários e analisar soluções. O&amp;nbsp;que reduz o risco de&amp;nbsp;se inutilizar ou aplicar mal preciosos ativos das organizações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A lista de pesquisadores e estudiosos que desenvolveram tais técnicas ajuda, embora não confirme, a pertinência de seu uso [afinal, nehuma autoridade prova ou serve como evidêencia em si mesma na ciência]. Melhor mencionar que a Teoria dos Jogos já rendeu prêmios Nobel de Economia a mais de um pesquisador por levar a aplicações úteis ao campo. Assim como, é a base matemática por detrás dos avanços do neodarwinismo e sua força empiríca e factual no teste do tempo. E os modelos bayesianos são utilizados em sistemas ineligentes que -&amp;nbsp;cada vez mais - superam especialistas em previsões e em diagnósticos. Na área econômico-financeira as possibilidades são extremamente promissoras. A proliferação das informações e dos bancos de dados integrados permitem utilizar estes modelos quantitativos para&amp;nbsp;antever situações e comportamentos com mais acurácia e fidedgnidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por tudo isso,&amp;nbsp;o grande desafio está em utilizarmos esses arcabouços teóricos no ensino superior de forma mais frequente, desenvolvendo o raciocínio lógico quantitativo e a capacidade de modelagem matemática nos alunos. E mostrar que de forma independente da área escolhida, tais métodos e técnicas trazem aos mesmos uma forma coerente e consistente de avaliar as situações dentro da lógica de decisão da organizações e dos indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo assim,&amp;nbsp;muitos pessoas dentro e fora da área biomédica, como exemplo, acreditam que se um exame mostra um resulatdo positivo para determinada doença e, se um segundo exame também o fizer, a doença existe. Ou seja, o nível de confiança do exame [o que nos possibilitaria uma noção de quantos falsos positivos este produz], a probalidade de ser realmente um caso positivo dentro de determinadas características ou estilo de vida; tudo isso, e muito mais, é ignorado. Pesquisadores e estatísticos mostram claramente e de forma factual&amp;nbsp;quanto de possíves erros de diagnóstico estão envolvidos no excesso de exames e no uso da memória como base na tomada de decisões. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com base nesses contectos introdutórios,&amp;nbsp;está na hora de chamar a 'velha' e boa matemática [a estatística, as probabilidades, etc.] ao palco. Está na hora de viabilizarmos estratégias de ação que superem o 'chute' ou lançamento de dados por um primata não humano na escolha de alternativas e opções - só para citar uma velha analogia sobre a eficiência do mercado e a escolha dos analistas de mercado frente a média de rentabilidade das ações em mercados como dos EUA. E só para citar que, por pura sorte [acaso], amanhã vai fazer sol com 50,0 % de probabilidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;obs. Minhas chances são ótimas [ainda maiores que 50,0 %], porque não mencionei em que parte do dia ou a quantidade de chuva. Na verdade, nem mesmo o local.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-4966011027523177474?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/4966011027523177474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/10/tomada-de-decisao-e-estrategias-de-acao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/4966011027523177474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/4966011027523177474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/10/tomada-de-decisao-e-estrategias-de-acao.html' title='Tomada de decisão e Estratégias de Ação.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-5133213516688829311</id><published>2009-10-08T14:56:00.000-03:00</published><updated>2009-10-08T15:00:43.740-03:00</updated><title type='text'>Planejamento Educacional e Cenários</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 21.25pt;"&gt;Texto retirado de:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 21.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="line-height: normal; text-indent: 0cm;"&gt;A CONSTRUÇÃO DE CENÁRIOS PARA O PLANEJAMENTO EDUCACIONAL&lt;br /&gt;por:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="line-height: normal; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Luciano Rodrigues Pinto – &lt;/b&gt;lucianorpinto@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="line-height: normal; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Maria da Glória de Faria Leal&lt;/b&gt; – maria.leal@ig.com.br&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="line-height: normal; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Regina Viegas &lt;/b&gt;&amp;nbsp;– reginaviegas@ig.com.br&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent3" style="line-height: normal; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 21.25pt;"&gt;"O planejamento busca alcançar à eficiência e a eficácia organizacional, mesmo nas instituições educacionais. E o planejamento educacional se torna viável quando a instituição alia o planejamento estratégico, à discussão da qualidade total e do planejamento participativo. O planejamento visto como um processo não se restringe à programação – estabelecimento de políticas [e] estratégias – mas à definição do futuro que se deseja chegar e os meios e indicadores que possibilitem sua concretização (GANDIN, 2002, 1994).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 21.25pt;"&gt;Tal enfoque é adequado à prática e à discussão da metodologia de cenários. Autores que possuem experiência na área acadêmica e extra-acadêmica, e vivência no que tange ao exercício profissional, apontam a metodologia dos cenários como uma contribuição valiosa especialmente no que tange aos cursos de engenharia. Esta técnica atuaria como uma das ferramentas para a melhoria dos horizontes da formação do engenheiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 21.25pt;"&gt;Cita-se o exemplo de como as políticas públicas interferem no rumo das instituições de ensino superior e nos cursos de engenharia, onde existe a resolução&amp;nbsp; do Conselho Nacional de&amp;nbsp; Educação / CES n. 11 de 11 de março de 2002, que instituiu as diretrizes curriculares nacionais do curso de engenharia. Além da reformulação e discussão dos conteúdos, competências e habilidades gerais que cada curso passou a definir em seu projeto pedagógico-institucional, torna-se agora necessária uma discussão de que futuro ou para que tipo de futuro possível está se definindo agora a formação do engenheiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A profissão e as ações do engenheiro serão exercidas em um contexto econômico, social, político, ambiental e tecnológico que não pode ser – sob o risco da obsolescência profissional e técnica – completamente desconectado do presente. E as próprias instituições, sempre de caráter multifacetado e multidisciplinar, precisam discutir e agir sobre a possibilidade de que o futuro reservas algumas certezas, porém muitas incertezas".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Para saber mais.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trabalho Completo - Qualis - Nacional/B&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LEAL, M. G. F. (Docente ); RAMOS, R. C. V. (Discente-Autor /Mest.Acadêmico); PINTO, L. R. (Discente-Autor&amp;nbsp;/Mest.Acadêmico), 2005. A CONSTRUÇÃO DE CENÁRIOS PARA O PLANEJAMENTO EDUCACIONAL; XXXIII&amp;nbsp;COBENGE: Anais do XXXIII COBENGE, único, ISBN: Português, Meio digital.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-5133213516688829311?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/5133213516688829311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/10/texto-retirado-de-construcao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/5133213516688829311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/5133213516688829311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/10/texto-retirado-de-construcao-de.html' title='Planejamento Educacional e Cenários'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-2832716810701682657</id><published>2009-09-28T10:28:00.000-03:00</published><updated>2009-09-28T10:28:30.985-03:00</updated><title type='text'>Análise: um breve começo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A análise é uma das formas mais interessantes e comentadas de abordar um problema e, em uma etapa posterior, procurar soluções ao mesmo. Na vida acadêmica e na gestão empresarial, vários métodos e/ou técnicas foram desenvolvidos e testados para concluir com excelência o processo analítico. No entanto, quanto mais utilizada, talvez mais e mais pessoas a utilizem de forma equivocada ou 'grosseira', sem os devidos cuidados metodológicos para validar a mesma. Por si só, uma análise mal realizada leva a má interpretação e a julgamentos equivocados. Deste modo, conhecer as principais técnicas ou métodos mais comuns não só aperfeiçoa seu uso, bem como coloca a serviço de quem analisa melhores possibilidades de completar com êxito esta tarefa. Além de colocar ao dispor do analista mais recursos e opções que irão validar o processo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nenhuma técnica ou método sozinho garante que uma análise tenha sido efetivamente bem realizada. Com o uso das tecnologias disponíveis em planilhas e softwares modernos, experiência e, com o devido teste 'da realidade' [ao longo do tempo modelos e mapas equivocados mostram suas incosîstências]; correções podem ser, e necessitam ser, efetivadas. A análise é um processo, não um fim em si mesma. Uma parte essencial, de se percebr isso está na interdependência das técnicas e na cadeia de métodos presentes em tal atividade. Para melhor compreender esta cadeia de eventos, esbocei de forma geral algumas das possibilidades de uso do método analítico abaixo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Figura 1. Processo Analítico&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bwwRTVdxODE/SsC5vr05Q4I/AAAAAAAAAA4/xu21mEy6HB8/s1600-h/Processo+anal%C3%ADtico.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_bwwRTVdxODE/SsC5vr05Q4I/AAAAAAAAAA4/xu21mEy6HB8/s400/Processo+anal%C3%ADtico.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal esquema não pretende exaurir o tema ou por um ponto final na discussão de quais técnicas utlizar. Antes, serve de guia e norte para algumas etapas e usos. Em uma sociedade cada vez mais globalizada e interconectada por ferramentas de comunicação e cooperação à distância, torna-se relevante perceber que mais informação nem sempre leva a uma melhor decisão. Para realizar tal intuito, os dados e as informações precisam ser organizados e/ou reorganizados em um todo conssitente. E, realizar-se, como devido cuidado, a checagem do processo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel de qualquer instituição de ensino e/ou pesquisa não é doutrinar as pessoas neste ou naquele método de análise. Antes, é apresentar as técnicas mais uilizadas, além de seus limites e possibilidades. A competência do profissional de qualquer área ao realizar a mesma vincula-se no saber contextualizar e utilizar destas e outras ferramentas de forma cuidadosa e eficaz. E, se possível, desenvolvendo ferramentas próprias e capazes a passar pelo 'teste da realidade' e resistir as críticas de pares e da sociedade não pela 'paixão' que são defendidas, mas sim pela forma pela qual se mostram pertinentes e acertadas frente aos fatos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-2832716810701682657?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/2832716810701682657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/09/analise-um-breve-comeco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/2832716810701682657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/2832716810701682657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/09/analise-um-breve-comeco.html' title='Análise: um breve começo.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bwwRTVdxODE/SsC5vr05Q4I/AAAAAAAAAA4/xu21mEy6HB8/s72-c/Processo+anal%C3%ADtico.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-129101471460758288</id><published>2009-09-23T10:37:00.000-03:00</published><updated>2009-09-24T10:36:43.623-03:00</updated><title type='text'>Competências Profissionais e Incerteza.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As competências profissionais apresentam-se como importantes eixos de ação e reflexão na educação superior. Com base em minha expriência acadêmica e nas organizações privadas de fins lucrativos, a adequação e a interpretação das competências profissionais permite o dimensionamento de cursos e disciplinas de forma efetiva nos eixos da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Logo, para não se tornar mais um 'belo jogo de palavras', as competências profissionais necessitam ser incorporadas ao cotidiano acadêmico e organizacional como esquemas de ação frente às incertezas e aos riscos da tomada de decisão responsável. Riscos e incertezas oriundos de ambientes em transformação e, que requerem mais a estratégia do que a programação de atividades. Por consequência, o saber como [know-how] se une ao saber agir de forma combinatória e intercambiante, formando novos saberes, habildades e atitudes em contexto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perrenoud, Le boterf e P. Zarifian nos ajudam a compreender a dinâmica das competências profissionais nas organizações contemporâneas. E, mais do que moldar este ou aquele comportamento; estes autores apresentam, de forma geral, as competências através de um itinerário de navegação profissional. Na navegação torna-se necessário estabelecer rumos, saber se posicionar e definir os pontos de partida, realizar as análises dos mapas [de oportunidades] para definição dos percursos e metas, além de se verificar durante o 'voo' os relatos de navegação para ajustes. O querer agir [ o sentido para a ação] torna-se parte integrante do saber agir em contexto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para compreender melhor tais dimensões e suas implicações, podemos analisar as competências profissionais em quatro dimensões/eixos:&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;competências técnicas - cujo eixo central são o desempenho econômico; ou seja, que resultam em agrevar valor à atividades de manutenção, recuperação, criação, etc. e que são necessárias para operacionalizar máquinas, equipamentos, técnicas e normas em situações profissionais;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;competências em processos - as habilidades, saberes e atitudes que permitem coordenar ações com outros indivíduos e equipes, ter uma visão 'sistêmica' do conjunto de suas tarefas e seu relacionamento com outras tarefas e unidades organizacionais;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;competências sociais - os equemas de ação que nos permitem agir com autonomia, responsabilidade e em equipe; assim como nos comunicar por meio da escrita e/ou de forma oral as dificuldades, os erros, os acertos, as ações e correções de percurso;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;competências de serviço - a mobilização de recursos cognitivos e emocionais para a cooperação e em prol [do serviço] ao cliente, assim como perceber nossas ações frente aos stakeholders de qualquer tipo de serviço ou função que realizemos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com tudo isso, espero ter desmistificado que as competências técnicas se confudem com a noção de tecnologia. As competências movem-se ao longo e pelas tecnologias de cada área ou itinerário de profissionalização. E os cursos de nível superior, de graduação e graduação tecnológica, deixam de percebe-se como antagônicos ou excludentes. E, que, na verdade, ambos fazem parte de um conjunto de formações possíveis no espectro de necessidades e oportunidades que as incertezas econômicas e o risco de quaisquer emprendimentos - sejam virtuais ou não neste mundo conectado economicamente e pelas tecnologias de comunicação e informação - trazem consigo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A incerteza e a competitividade não nos forçam a optar, mas sim a combinar e recombinar saberes, habilidades e atitudes de forma a atingir metas de profissionalização, principalmente nas dimensões da produção e da qualidade. Tornando mais enriquecedora a experiência de aprendizes e mestres e reduzindo o gap - se realmente existe um neste foco - entre a teoria e prática. Porque as competências profissionais que desenvolvemos nos permitem navegar em um mar de incertezas aos portos da empregabilidade e das oportunidades de negócios.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desenvolvendo a competência dos profissionais. Guy Le Boterf. 3ªed. revista e ampliada. Porto Alegre: Artmed, 2003.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Objetivo competência: por uma nova lógica. Philippe Zarifian. São Paulo: Atlas, 2001.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-129101471460758288?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/129101471460758288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/09/competencias-profissionais-e-incerteza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/129101471460758288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/129101471460758288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/09/competencias-profissionais-e-incerteza.html' title='Competências Profissionais e Incerteza.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-5044143764501596464</id><published>2009-09-14T17:41:00.000-03:00</published><updated>2009-09-14T18:05:30.118-03:00</updated><title type='text'>Pensamento Paralelo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Edward de Bono sugere em seu livro 'Os seis chapéus do pensamento' uma abordagem inusitada e interessante do processo decisório individual e coletivo. Mais do que tentar defender se suas metáforas e analogias são ou não pertinentes, cabe aqui apresentar o mérito da defesa de uma visão mais global deste tipo de processo, uma visão que aborde os problemas por suas várias facetas, ou lados; como desejar o leitor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pedindo licença para omitir os chapéus e suas cores - uma forma útil de organizar e memorizar seu método - torna-se válido comentar as diferentes abordagens de seu 'pensamento paralelo':&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pensamento baseado em fatos e números, objetivo e focado torna mais fácil discernir e debater temas;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pensamento emocional, intuitivo utiliza-se do feeling para explicitar um componente sempre presente nas reuniões, as preferências humanas não baseadas na lógicas, mas igualmente relevantes;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pensamento crítico aponta as falhas, os desafios eminentes e os perigos de cada questão;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pensamento positivo busca as possibilidades, os benefícios sempre presentes na ação deliberada;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pensamento criativo procura as alternativas, a geração de idéias, o pensamento lateral e a inovação de forma que bem se adequam as técnicas como o brainstorming, os mind maps, etc.;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, por fim, o pensamento organizado procura coordenar e controlar as variáveis no planejamento para ajustar os modelos e corrigir falhas.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como propõe o autor não existe ordem correta, porque só o fato de forma sistemática procurar perceber os problemas e os fenômenos sociais e técnicos de forma mais ampla, permite sair do 'monismo' absurdo de uma visão excessivamente linear ou simplista. Outros chapéus poderiam ser acrescentados, mas vejo uma questão surpreendente no modelo de Bono, a aparente simplicidade encarna o melhor da genialidade. O melhor de cada um e de um grupo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-5044143764501596464?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/5044143764501596464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/09/pensamento-paralelo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/5044143764501596464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/5044143764501596464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/09/pensamento-paralelo.html' title='Pensamento Paralelo'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-102141365811263588</id><published>2009-07-07T09:39:00.000-03:00</published><updated>2009-07-07T10:11:37.267-03:00</updated><title type='text'>Ambiente e tomada de decisão.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As pessoas não reagem da mesma forma as mudanças de ambiente. Isto resulta da gradação de suas características genéticas e do ambiente [em particular neste texto, o ambiente socioeconômico e cultural] em interação contínua. Logo, torna-se quase impossível prever um comportamento individual, sem deixar de perceber que no coletivo alguns comportamentos possam ser verificados e antecipados com um certo rigor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há dúvidas, das conclusões que retiro de minha experiência, reflexões e pesquisas, quanto o papel das expectativas nas decisões econômicas cotidianas. Diferentes expectativas e diferentes formas de apresentação dos riscos e benefícios levam a maioria dos tomadores de decisão a se equivocarem quanto a relevância de um fator em um determinado contexto. Por isso, ao meu ver, a forma de combater os vieses de decisão e reduzir sua influência passa por: &lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;analisar, quando possível, um problema por vários ângulos e perspectivas;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;evitar deduzir relações de causa-efeito quando o número de variáveis for grande - pensar probabilisticamente;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;discutir com o grupo as consequências de sua possível ação - e ouvir abertamente suas ponderações e críticas;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;não procure apenas amparo no pensamento convergente [ a busca da solução adequada]. Utilize com maior amplitude o pensamento divergente [ a busca de soluções inesperadas, novas, 'esquisitas' e/ou diferentes para os problemas];&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;e, se em real urgência, assumir os riscos e erros do processo - revisando-o ao longo do tempo pelas experiências e abortando, se necessário, o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não vejo como uma possibilidade plausível a erradicação dos erros. Aumentar a taxa de acertos e monitorar a implantação possui maior aplicabilidade nestes casos, além de permitir um processo de melhoria das próprias decisões e do grau de profissionalismo que desejamos nas tomas de decisão.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por Luciano Rodrigues Pinto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-102141365811263588?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/102141365811263588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/07/ambiente-e-tomada-de-decisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/102141365811263588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/102141365811263588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2009/07/ambiente-e-tomada-de-decisao.html' title='Ambiente e tomada de decisão.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-4777705887347225333</id><published>2008-12-23T09:21:00.000-02:00</published><updated>2008-12-23T10:11:35.161-02:00</updated><title type='text'>Mais opções e melhores decisões.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;Mais opções, informação relevante e sucinta, assim como o necessário feedback sobre os resultados alcançados ao longo do tempo podem melhorar significativamente as decisões individuais e coletivas. Por isso, se queremos realmente que nossa sociedade melhore é preciso informar aos pais não se a escola A ou B de ensino médio aprovou algum aluno em tal e tal lugar, mas sim o percentual de alunos que passaram para universidades públicas e privadas, e quais são - a unidade da rede a qual o aluno pertencia e para que lugar foi aprovado, e se realmente, irá cursar ou está cursando a mesma [só para evitar os famosos 'concurseiros' na avaliação da qualidade]. É preciso informar de forma específica, quanto aumenta o gasto de energia no Natal por conta da iluminação e o quanto isto custa aos cofres públicos e das famílias em médias diárias e mensais. Necessita-se saber nas empresas quais são os volumes de seus gastos mensais em responsabilidade social [e em que iniciativas] em comparação aos gastos com publicidade e propaganda, principalmente utilizando 'pessoas da moda'.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O fato destes dados não estarem, de forma geral, divulgados nos diz muito sobra a natureza da crise financeira mundial e dos poucos resultados visíveis na educação ambiental. Os gastos, quando existem, são proporcionalmente reduzidos aos gastos duvidosos com 'celebridades'e 'consultorias' de amigos e apadrinhados. As ditas escolas de 'ponta', muitas vezes mentem e/ou distorcem resultados se concentrando em meia dúzia de números favoráveis, sem mencionar destes quantos realmente estão cursando uma universidade e quais, ou quantos não precisaram reforçar os estudos em 'cursinhos'. E, mais grave, se gastam milhares de reais em enfeites de Natal e aparelhos eletroeletrônicos sem existir de forma clara uma medição do impacto ambiental e ou social do excesso de consumo ou o aumento do lixo por moradia em kilogramas por mês nesta época -o mesmo lixo que entope 'bueiros' e suja a cidade durante as temporadas de chuva e tragédias nacionais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Não se trata de ser um puritano e desejar não aproveitar a vida. Mas de se informar e arcar com os custos e os benefícios destas e de outras decisões diárias. De ser livre não por poder escolher, e sim por poder escolher com informações relevantes e claras - bem como simples - à mão. Pois, como havia mencionado anteriormente, mais opções, melhor feedback e um exame comparativo das alternativas de forma transparente e lúcida ajudam a tomar melhores decisões. Decisões que no cotidiano levam as organizações e as pessoas dentro e foras das mesmas, bem como os indivíduos no ambiente familiar, para perto ou longe de objetivos que afetam a todos. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sem transparência e maior informação, bem como custos maiores para quem polui ou sonega informação relevante, as crises no âmbito econômico e ambiental se tornarão gradativamente mais graves e profundas. E nunca se sabe se haverá a oportunidade posterior de corrigir os resultados prejudiciais da falta de ética e de racionalidade dos agentes econômicos e sociais. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Porque, pelo menos no mundo real que habitamos, decisões ruins levam a resultados indesejáveis para todos. E esta na hora de 'dar um basta' a hipocrisia que reina na publicidade e na propaganda - escandalosamente fora do resultado real percebido no dia-a-dia das grandes cidades em termos de educação, qualidade de vida e empregabilidade dos menos favorecidos. Esta mais do que na hora de dizer com todas a letras que a maioria das organizações só realiza obras sociais e atende as demandas ambientais - e de entrada de jovens, grupos minoritários e outros - no limite da lei, quando o fazem. Hora de decidir fazer a coisa certa ...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-4777705887347225333?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/4777705887347225333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/12/mais-opes-e-melhores-decises.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/4777705887347225333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/4777705887347225333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/12/mais-opes-e-melhores-decises.html' title='Mais opções e melhores decisões.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-6203149801316664861</id><published>2008-11-02T15:33:00.000-02:00</published><updated>2008-11-02T15:59:15.864-02:00</updated><title type='text'>EVA [Economic Value Added] e os investimentos.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O EVA [&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Economic&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Value&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Added&lt;/span&gt;] é um conceito fundamental para acompanhar investimentos de todo o tipo em organizações e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;projetos&lt;/span&gt;. Afinal, não é só necessário obter lucro operacional menos os impostos, é preciso que a taxa de rentabilidade do negócio e/ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;projeto&lt;/span&gt; seja superior as taxas médias de mercado para que os mesmos agreguem valor ao investidor e/ou empreendedor. Sem tal perspectiva, a cada período os investimentos, as organizações e/ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;projetos&lt;/span&gt; valem 'menos', porque são superadas pela rentabilidade média do mercado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cálculo do EVA [valor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;econômico&lt;/span&gt; agregado ou lucro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;econômico&lt;/span&gt;] é uma melhor avaliação dos retornos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;projetos&lt;/span&gt; e empresas que tradicionais índices como o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;ROE&lt;/span&gt; [&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Return&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;on&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Equity&lt;/span&gt;] e o ROA [&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Return&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;on&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Assets&lt;/span&gt;]. Não se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;tata&lt;/span&gt; de negligenciá-los, mas de analisá-los de forma relativa. Algumas pesquisas indicam que o EVA estimado de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;ações&lt;/span&gt;, o pagamento de dividendos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;freqüentes&lt;/span&gt; e a relação baixa entre preço unitário das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;ações&lt;/span&gt;[valor de mercado]/lucro por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;ação&lt;/span&gt;, por exemplo, são melhores indicativos da rentabilidade das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;ações&lt;/span&gt; no futuro do que uma série de outros índices. Vale a pena testar de forma mais profunda tais argumentos, porém fica claro que as premissas são razoáveis e os testes podem ser realizados de forma empírica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos argumentam que é preciso agregar valor às operações. Entretanto, este conceito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;econômico&lt;/span&gt; raramente é mencionado de forma prática. Meu argumento é simples: agregar valor é não só obter lucro nas operações, é obter o lucro que supere o investimento mais o custo de capital ao longo do tempo. E, deste modo, superar os rendimentos que você obteria se tivesse deixado seu dinheiro aplicado em fundos de renda fixa, letras do tesouro ou em outro investimento de médio risco. Uma verdade ainda mais evidente para quem abriu um negócio e possui seus investimentos na forma de máquinas, equipamentos e produtos. O lucro somente não é um bom indicador de um bom negócio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-6203149801316664861?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/6203149801316664861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/11/eva-economic-value-added-e-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/6203149801316664861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/6203149801316664861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/11/eva-economic-value-added-e-os.html' title='EVA [Economic Value Added] e os investimentos.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-4135284338492732143</id><published>2008-11-02T14:51:00.000-02:00</published><updated>2009-03-05T15:31:28.241-03:00</updated><title type='text'>Tributação e crescimento econômico das organizações</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A tributação de produtos e serviços possui dupla função: a primeira, redistribuir parte da riqueza extra e possibilitar sua alocação ao bem-estar social; e em segundo lugar, garantir as atividades do Estado em suas múltiplas esferas de atuação. Mas, como é percebido facilmente no Brasil, a tributação excessiva desestimula a produção [ou mesmo inviabiliza certas atividades comerciais e/ou produtivas] e favorece a atividade ilegal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O número de impostos elevados e suas alíquotas exageradas servem de incentivo ao mercado informal e a corrupção. O empreendedor, principalmente o pequeno, possui dificuldade em atender uma legislação complexa e torna-se vítima de fiscais e agentes governamentais que procuram vantagens pessoais. É claro, que isto não pode ser extendido a todos ou mesmo a maioria destes profissionais, porém uma tributação excessiva é um incentivo sob o aspecto imediato de cuto/benefício para que tais maus exemplos se uilizem de multas e punições como margem de manobra e não como ferramenta de melhoria das atividades econômicas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As alíquotas elevadas e progressivas [punição a quem mais produz riqueza, emprega capital humano, adquire máquinas e faz a economia funcionar] reduz a capacidade de reinvestimento na produção e retira o incentivo econômico do lucro nas atividades comerciais. Não é à toa que o comércio ilegal de cds dvds, apesar das campanhas, não para de crescer. Afinal, as diferenças de valor são 'gritantes' e apelar para a repressão tem se tornado uma alternativa cara e ineficiente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas reduzir ALÍQUOTAS não é perder receitas de impostos? Não, e os casos são muitos no próprio Brasil para demonstrar que a redução e a extinção de algumas alíquotas acaba produzindo o efeito inverso. A receita de impostos em alguns casos bem documentados cresce em virtude do maior número de operações comerciais e produtivas que adentram na economia, ou mesmo da redução das atividades informais que deixam de ser compensatórias. Em outras palavras, reduz a corrupção, a informalidade e as más práticas de negócios porque não há mais grandes vantagens nas mesmas em relação as atividades lícitas e com o apoio do Estado de direito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na cidade do Rio de janeiro, gostaria de fazer duas sugestões: primeiro, criar uma 'zona de comércio' com alíquotas de impostos municipais e estaduais reduzidas nas áreas como a Avenida Brasil e a região da rodoviária. Isto iria promover a recuperação econômica da região, ou ao menos, reduzir a atual taxa de falências e abandono. E, em segundo lugar, realizar concessões privadas de parques municipais e estaduais, para deter de forma ordenada e civilizada o avanço das construções ilegais. Em troca de receitas e aproveitamento de mídias nesses locais o gestor privado iria cercar e realizar a vigilância dos mesmos. Seria bom para o turismo, porque eles teriam interesse nesse público, seria bom para o governo que apenas teria de fiscalizar os acordos e contratos e reduziria gastos públicos de manutenção de tais lugares - além de obter uma nova forma de receita; e, por fim, seria bom para a sociedade como um todo que teria locais limpos, conservados e cuja responsabilidade legal por transgressões poderia ser efetivamente cobrada na justiça sem conflito de interesses [afinal, processar o governo em qualquer esfera é sempre uma luta longa e exaustiva].&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O crescimento econômico não se trata de uma discussão sobre Estado mínimo ou máximo, se trata de deixar que nos limites da lei as pessoas possam gerar renda para si e comercializar livremente seus bens e serviços. E, deste modo, possam ser pessoas produtivas e úteis à sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-4135284338492732143?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/4135284338492732143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/11/tributao-e-crescimento-econmico-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/4135284338492732143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/4135284338492732143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/11/tributao-e-crescimento-econmico-das.html' title='Tributação e crescimento econômico das organizações'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-9015277384119473338</id><published>2008-09-22T09:55:00.000-03:00</published><updated>2008-09-29T16:18:00.254-03:00</updated><title type='text'>Estratégia e mudança.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Editado em &lt;a href="http://lucianorpinto.blogspot,com/"&gt;http://lucianorpinto.blogspot,com/&lt;/a&gt; : Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;a name="6806300049760539666"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lucianorpinto.blogspot.com/2008/09/estratgia-e-mudana.html"&gt;Estratégia e mudança.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As grandes corporações cada vez mais utilizam recursos humanos e materiais para a correta definição de suas estratégias, buscando a mudança 'certa' e antecipando o futuro. Mas, por mais que isto signifique um avanço a mentalidade de 'tudo como antes [...]', ainda assim insistem em erros de percepção e foco que precisam ser levados a sério. Primeiro, estratégia não é destino. Afinal, a adoção de estratégias é sempre contigencial, em meio a incertezas e riscos intrínsecos e extrínsecos à organização e/ou indivíduo. Logo, não há como de antemão definir a estratégia ótima, porque ao longo do processo surgem novas demandas e desafios que exigirão novas iniciativas e modelos. E, segundo, a mudança possui uma maior probabilidade de erro e perda do que a errônea idéia de 'mudança planejada' deseja afirmar.&lt;br /&gt;Empresas como a Intel, a Toyota e Southwest Airlines; entre outras, possuem casos bem documentados de não possuírem um planejamento estratégico formalizado durante a gestão de alguns de seus CEOs mais famosos e, mesmo assim, possuírem uma 'postura estratégica' infinita vezes mais eficiente que seus concorrentes. Na verdade, a ênfase destas companhias não está sobre uma estratégia plenamente elaborada, mas sobre a preocupação com a implantação e execução, monitorando erros e novos desafios; e logo, tomando as iniciativas pontuais necessárias. Suas estratégias, utilizando um termo de Mintzberg, são emergentes - resultado das interação entre as empresas, os mercados e seus operadores.&lt;br /&gt;Quanto a mudança, algumas poucas empresas possuem reputação de mudanças e inovação como filosofia. Entretanto, mesmo nestas o comum é que a serendipidade seja a norma. Tudo indica que saber aproveitar as oportunidades e ter a perspicácia de perceber entre os inúmeros fracassos aqueles que podem ser reaproveitados em um novo contexto, ou dos acertos aqueles que comercialmente serão bem sucedidos que está a gestão eficaz destas organizações.&lt;br /&gt;A incerteza e a complexidade do mundo assustam os incautos e os mesmos buscam respostas fáceis e estratagemas organizados para justificar sucessos e fracassos. Porém, a realidade é que o futuro e o mercado são instáveis e não evoluem em ciclos, ou ondas, ou do jeito que imaginamos. Por isso, volta e meia a organização vista como de sucesso, fracassa. E o fracassado, dá a volta por cima. A coerência e consistência estratégica louvada hoje, amanhã é apenas teimosia e falta de visão. Porque mais do que falhas e acertos, a volatilidade é a regra.&lt;br /&gt;Dê valor a estratégia, mas, por favor, leve a sério a implantação, o cotidiano e a qualidade das equipes. As decisões diárias possuem muito mais impacto do que planos de longo prazo, afinal uma dedução facilmente retirada da Teoria do Caos é que não existe planejamento de longo prazo - pelo menos em sistemas complexos [e si, o mercado e as empresas que o compõem em qualquer de seus setores são sistemas complexos]. Embora exista, nas empresas bem-sucedidas citadas anteriormente um senso de urgência e sentido de direção que são essenciais às organizações e as equipes de trabalho.&lt;br /&gt;Por extensão, não adote mudanças por modismo. A idéia de que mudar é necessário é uma má interpretação da Teoria da Evolução. As espécies que existem hoje são adaptadas ao seu meio, mas o acaso das mutações biológicas provocam milhares de mudanças ao longo do tempo, quase todas são são fracassos à sobrevivência dos indivíduos que compõem uma espécie. A Seleção Natural é um processo cumulativo, por isso nos fornece a falsa impressão de sentido e de finalidade. O mesmo se estende às empresas. A maioria das mudanças será para pior sim, apenas algumas poucas serão oportunas para um certo mercado e seu momento. Mudanças no mercado e na sua forma de estruturação são imprevisíveis a longo prazo e tornam rapidamente as 'adaptações' em desvantagens. Assim, como as espécies, os mercados surgem e somem em meio a complexidade e aleatoriedade do processo. E se não gostamos da idéia da incerteza e do risco imponderável, isto não muda nem o mercado nem as formas do jogo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-9015277384119473338?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/9015277384119473338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/estratgia-e-mudana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/9015277384119473338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/9015277384119473338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/estratgia-e-mudana.html' title='Estratégia e mudança.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-3670527255111606611</id><published>2008-09-17T11:21:00.000-03:00</published><updated>2008-09-17T11:23:44.469-03:00</updated><title type='text'>Incentivos financeiros</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;Editado em: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://lucianorpinto.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;http://lucianorpinto.blogspot.com/&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt; - Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="2951847951943638267"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lucianorpinto.blogspot.com/2008/09/incentivos-financeiros.html"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;Incentivos financeiros.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Os incentivos financeiros são cada vez mais comuns nas organizações para aumentar a produtividade dos funcionários e maximizar a retenção de talentos. Entretanto, usados de forma geral provocam mais equívocos e erros do que benefícios às empresas, além de incentivar, em muitos casos, comportamentos indevidos tanto no campo legal, quanto ético. E, se sua organização, usa ou pensa em utilizar tais incentivos é preciso analisar o caso com cuidado, bem como as premissas por detrás de tal modelo.&lt;br /&gt;Os incentivos financeiros possuem a premissa de que quanto maior o retorno financeiro, maior o desempenho dos profissionais. Mas tal premissa se equivoca em três situações:&lt;br /&gt;em primeiro lugar, mesmo com seu máximo esforço, um profissional de uma atividade complexa que não possua os recursos necessários [técnicas, métodos e conhecimentos da tarefa] não pode no curto prazo alavancar seu desempenho de forma consistente e duradoura- é preciso tempo para aprender uma tarefa com maestria [dados e pesquisas indicam que das artes à arquitetura, da engenharia à música, da cirurgia médica ao desenvolvimento de softwares; as profissões e especialidades complexas e técnicas, os profissionais levam cerca de 10 anos para atingir a excelência];&lt;br /&gt;em segundo lugar, se a infra-estrutura não estiver dimensionada adequadamente, estes incentivos aumentarão a frustração e o impacto será reduzido na produtividade do mesmo;&lt;br /&gt;e, por fim, existem várias evidências, de que tais incentivos somente possuem efeitos positivos em tarefas simples e individualizadas. Se a tarefa exigir colaboração e cooperação entre as partes, bem como houver várias variáveis extrínsecas; então os incentivos financeiros podem sugerir comportamentos predatórios e ilegais - o tipo de mensagem que deve ser evitado em organizações que procuram respeito a marca e se voltam ao longo prazo. Este tipo de incidente está fartamente documentado na área de vendas e nos recentes casos de fraudes em grandes companhias onde a alta direção passou a ter na compra de opções [participação nos retornos das ações] um incentivo para 'alterar' resultados indesejados.&lt;br /&gt;Isto não torna os incentivos financeiros um mau negócio. apenas é preciso avaliar cada caso com cuidado, analisar que premissas são estabelecidas e quais mensagens são passadas na sua adoção. Outros benefícios como extensão aos familiares dos planos de saúde, creches e educação parcialmente ou totalmente pagas pela empresa, políticas de 'não demissão' por eventuais ventos de mercado; entre outras, são utilizadas em empresas como a Toyota, IDEO e Southeste Airlines pelo mundo com excelentes resultados na produtividade e qualidade, para não mencionar a rentabilidade. E, como já disse, nem nestas empresas, nem nas demais os incentivos financeiros são proibidos, apenas são usados com perspicácia e cuidado para não atrair o tipo errado de pessoas para as mesmas, ou incentivar práticas indesejáveis.&lt;br /&gt;Postado por Blog do Luciano às &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="timestamp-link" title="permanent link" href="http://lucianorpinto.blogspot.com/2008/09/incentivos-financeiros.html" rel="bookmark"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;06:46&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Enviar esta postagem" href="http://www.blogger.com/email-post.g?blogID=2851805805602666838&amp;amp;postID=2951847951943638267"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Editar postagem" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2851805805602666838&amp;amp;postID=2951847951943638267"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-3670527255111606611?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/3670527255111606611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/incentivos-financeiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/3670527255111606611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/3670527255111606611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/incentivos-financeiros.html' title='Incentivos financeiros'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-6975169079169775308</id><published>2008-09-16T11:13:00.000-03:00</published><updated>2008-09-16T11:44:50.916-03:00</updated><title type='text'>Preços relativos e tudo mais também.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A maioria de nós [nos países desenvolvidos e algumas regiões dos demais] possui eletrodomésticos como a televisão, a geladeira, o microondas e assim por diante sem questionar algumas coisas bem interessantes. A princípio, que vivemos sobre condições sanitárias e  higiênicas melhores os reis e as rainhas dos séculos XVI e XVII sonharam possuir ou desfrutar. E, no entanto, não nos sentimos muito melhor do que os mesmos por isso. E, apesar de termos testemunhado os preços exorbitantes dos primeiros celulares, não ficamos maravilhados por muito tempo com os nossos por serem muito melhores , mais belos e mais baratos do que os anteriores. O que será que acontece conosco? Por que não somos mais felizes e não vemos os jovens comemorando a vida pelas ruas com entusiasmo por viverem melhor que seus pais na mesma idade? Seremos ingratos? Ou a resposta é muito mais simples e sútil? Talvez, já possamos fornecer uma resposta convincente e com base nos fatos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A questão, assim indicam pesquisas nas áreas da psicologia, biologia, neurociências e afins está na nossa natureza por comparação. Não possuímos um mecanismo automático para validar se algo é barato ou bom, assim quando o fazemos nos ancoramos em um preço ou condição inicial e avaliamos por meio desta ancoragem. Ou seja, a desgraça ou ironia de termos tanto e não ficarmos alegre por muito tempo é que comparamos nossos bens e compras com os bens e objetos [e mesmos status] de nossos vizinhos, familiares e, infelizmente, pessoas conhecidas pelas próprias mídias que criamos para nos trazer conforto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não existem preços absolutos. Um produto ou serviço é tido como de preço justo não pela qualidade intrínseca do mesmo, mas pela qualidade e dificuldade de obtenção comparativa a produtos e/ou serviços similares adquiridos ou em vias de serem adquiridos. A propalada racionalidade do consumidor é uma falácia, pelo menos se você mesmo não percebe o quanto são  emocionais suas decisões de compra, as dos seu companheiro ou companheira, dos seus amigos e amigas e as do restante da sociedade. Ou como a propaganda 'mexe' ou reorganiza nas pessoas [por favor, reconheça que em você também] as preferências por bens e serviços.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas se é assim. o que fazer? Bem, se você é um comerciante ou produtor, está na hora de olhar mais fundo os sentimentos e ambiguidades do seu cliente. Respeite-as e exponha produtos e serviços que deseja realmente vender ao lado de similares [ligeiramente percebidos como inferiores e que não deseja vender] com preços muito [ eu disse muito] próximos. Outras dicas merecem outros ensaios que farei em momento oportuno. E se é um consumidor, cuidado. Não compre no impulso da promoção, pesquise e discuta com pessoas que não tem interesse em comprar o mesmo item se realmente é um bom negócio. Pense sobre o prazer e a utilidade que o mesmo item trará ao seu cotidiano e volte a discutir com os outros para perceber inconsistências e incoerências em suas própria percepções.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na verdade, todas as grandes decisões da vida profissional deveriam ser assim analisadas. Lembre-se, tudo é relativo significa que você está, mesmo sem perceber, comparando e julgando. Descubra com o que você o faz. Analise as premissas que sustentam suas decisões. Verifique, discuta, reavalie e aja por fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-6975169079169775308?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/6975169079169775308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/preos-relativos-e-tudo-mais-tambm.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/6975169079169775308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/6975169079169775308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/preos-relativos-e-tudo-mais-tambm.html' title='Preços relativos e tudo mais também.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-2339119018257973546</id><published>2008-09-16T10:27:00.000-03:00</published><updated>2008-09-16T11:46:17.513-03:00</updated><title type='text'>Baseado em evidências.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não poderia deixar de falar de um dos movimentos mais inteligentes e perspicazes - na minha opinião - ocorrido nos últimos anos na gestão. Trata-se do Gerenciamento Baseado em Evidências, movimento inspirado na Medicina Baseada em Evidências e na Educação Baseada em Evidências. Mas e daí, qual a novidade? Estas áreas sempre não foram baseadas em testes sérios e experimentação controlada? A resposta simples é não. Muitas práticas, muitas meias-verdades e ideologias contraditórias estão presentes, infelizmente, naquelas áreas em que os resultados efetivos e comprováveis deveriam nortear o cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto ao foco deste ensaio, basta pegar autores sobre livros de estratégia para uma pessoa lúcida começar a rir. Uns dizem para concentrar esforços, outros para diversificar; mais adiante outro autor fala em liderança pelo carisma, outro pelos aspectos [...] e assim caminha a humanidade. Mas quando você procura analisar as pesquisas, quando usa um pouco do velho e bom método racional crítico e de um saudável ceticismo contra a retórica e desvenda as premissas por detrás das afirmações contundentes; então, o que sobra na maioria dos casos é uma propaganda enganosa ou fala vazia sobre os 'sete, oito, nove etc. caminhos da gestão eficaz'.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É nesse ponto que o gerenciamento baseado em evidências surge como uma brisa de lucidez e clareza. Ao invés de seguir a moda da análise de caligrafia para contratar canditados a emprego porque dizem que funciona, que tal realizar experimentos duplos-cegos, ou testes controlados de canditados e as previsões de seus desempenhos, verificando os resultados efetivos ao longo do tempo [longitudinais]. Testes de raciocínio /inteligência prática, simulações da realidade a ser enfrentada, bem como testes de habilidade específicos têm resistido ao teste do tempo; mas o exame grafológico e outras avaliações subjetivas, não. Verifique os dados computados por pesquisas antes de ficar zangado, não se apaixone por idéias, mas pela verdade - afinal, sua vida [profissional] depende disso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exemplos assim podem ser retirados aos montes em outra áreas do gerenciamento. Dois livros excelentes lançados recentemente no Brasil são: A verdade dos fatos: gerenciamento baseado em evidências [de PFEFFER e SUTTON] e Supercrunchers [AYRES]. Não são os únicos é claro, mas vão lhe poupar tempo se procura por autores de linguagem acessível e com dados consistentes e, é claro, abertos à crítica e a refutação com base nos dados e análises quantitativas e qualitativas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu não tenho paciência com auto-ajuda. Não por ser uma literatura ruim, mas por prometer facilidades impossíveis a maioria e fazer do ser humano um simples devorador de verdades inquestionáveis. Pois bem, a auto-ajuda na gestão e na educação estão na mira de pessoas tenazes e inteligentes que com pesquisa e experimentação - não com ideologias e autoridades - estão derrubando os muros da ignorância e dos preconceitos. O que for verdadeiro e resistir ao testes não irá ser abalado, mas seria bom testar suas práticas e pressupostos gerenciais [de forma científica, entendeu?] antes de achar que os mesmos vão sobreviver. Estamos a caminho [...], que os vendedores de livros com 'gurus' e 'passos rápidos' se preparem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-2339119018257973546?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/2339119018257973546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/baseado-em-evidncias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/2339119018257973546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/2339119018257973546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/baseado-em-evidncias.html' title='Baseado em evidências.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-6142959942356818745</id><published>2008-09-08T17:22:00.000-03:00</published><updated>2008-09-16T10:26:59.863-03:00</updated><title type='text'>Nem sempre acompanhe a maioria.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Postado em : Domingo, 7 de Setembro de 2008 - &lt;a href="http://lucianorpinto.blogspot.com/2008/09/comportamento-de-manada.html"&gt;Comportamento de manada&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em: http:/lucianorpinto.blogspot.com/&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores dilemas que enfrentamos é conhecido em áreas como a economia comportamental de 'comportamento de manada'. É aquele comportamento típico de quando as pessoas vêem um restaurante com fila e julgam que seja bom, pois afinal está sempre lotado. Ou, aquele feito por jovens - e adultos que conheço - de que ao perceberem a maioria fazendo alguma coisa, passam também a fazê-lo; porque, afinal, é a tradição; ou, quem sabe, a sabedoria popular. E este viés cognitivo está por detrás, pelo que várias pesquisas empíricas indicam, do comportamento irracional que presenciamos nas bolhas especulativas do mercado financeiro, na facilidade que pessoas sem escrúpulos aplicam golpes em cidadãos comuns, na agressividade desproporcional de torcidas, dos fanáticos religiosos, dos fãs que cometem atos de vandalismo etc.. Parece que muitas pessoas só se lembram de sua individualidade para reivindicar direitos ao erro, ao grosseiro, ao mau gosto; só para citar de memória os casos estranhos e bizarros de justificativas para crimes, contravenções e intolerância seja ela social, econômica ou religiosa.&lt;br /&gt;Parece que é melhor errar acompanhado, ou se arriscar deste jeito do que errar sozinho. Mas, apesar de ser coerente com nossa história evolutiva tal modo de ser, nem por isso - nem por qualquer princípio racional e/ou moral - ele irá se tornar o que devemos fazer. Pois a liberdade é assumir também a chance, de que mesmo que sejamos a única voz contra velhos hábitos e costumes, não recuarmos sem que as evidências sejam discutidas e criticadas, analisadas e verificadas da forma mais isenta possível. Ou seja, quando um bando de idiotas agride de forma covarde um grupo numericamente bem menor, às vezes um único indivíduo sem chance de revide real, sua ação só pode ser contabilizada como covardia - não importa o pretexto de realizar tal ação. E, do mesmo modo, quando organizações e grupos insistem em comportamentos discriminatórios ou de segregação social para com as mulheres, os idosos e os deficientes nas atividades produtivas; então tais grupos só merecem nosso desprezo e reação nos limites da lei.&lt;br /&gt;Às vezes, é muito difícil ser a voz discordante para qualquer pessoa sã, como bem descobriram todos os gênios que ousaram mostrar os erros de avaliação e dos dogmas científicos dos seus antecessores. Porém, o teste do tempo e das evidências cotidianas - quando há um sistema de liberdade de idéias e de opiniões - acaba favorecendo os discordantes, os rebeldes e os renegados [quando favorecidos pelos fatos e pelas pesquisas posteriores, e não pelas ideologias]. E estes passam a ser aclamados como portadores de conhecimento e visão.&lt;br /&gt;Não se trata, entretanto, de discutir por discutir. De questionar aos outros sem questionar a si mesmo, ou de pela força impor novas ordens, novas idéias e novas leis. É preciso se ter o cuidado para não seguir a si mesmo na 'manada da coerência' arbittrária, de querer manter uma coerência estúpida com as primeiras escolhas, de continuar a investir tempo e/ou recursos em projetos e pessoas porque ainda irão - [Eu tenho certeza! - grita o insano.] se mostrar bons investimentos.&lt;br /&gt;Faça o teste da realidade, da razão substantiva, da crítica e da busca por falhas em seus argumentos, idéias e testemunhos. Seja seu pior crítico e mude de idéia todas as vezes que perceber que estava errado. Ou como disse Gandhi: " A coerência é a arma dos tolos'. Afinal, somente porque entramos para um grupo, para uma comunidade ou associação; isto não significa que devemos aceitar sem críticas, raciocínio e responsabilidade moral nossas escolhas. Não significa, nem implica que devemos ser rebanho de qualquer tipo.&lt;br /&gt;Somos livres, ou pelo menos, podemos buscar ser e defender o direito inalienável de que outros também sejam a sua maneira. Somo humanos, não gado. Somos homens e mulheres, pais e filhos, irmãos e irmãs; jamais robôs sem vontade, armas de destruição criadas para este fim, ou tão melhores que não cometemos e cometeremos erros de avaliação pessoal, profissional e moral sobre o mundo e a verdade. E não importa se você vai tentar reduzir esta incerteza nas palavras de um livro ou de um guia deste ou de outro mundo [...]: seus erros, caro amigo, continuarão a ser seus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-6142959942356818745?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/6142959942356818745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/nem-sempre-acompanhe-maioria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/6142959942356818745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/6142959942356818745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/nem-sempre-acompanhe-maioria.html' title='Nem sempre acompanhe a maioria.'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6557073267703917090.post-3845260320018985097</id><published>2008-09-08T17:17:00.000-03:00</published><updated>2008-09-08T17:22:09.934-03:00</updated><title type='text'>Lembrando a você [...].</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Postado como: &lt;a href="http://lucianorpinto.blogspot.com/2008/08/basta-lembrar-de-voc.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Basta lembrar de você [...].&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Domingo, 31 de Agosto de 2008&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;em: http:lucianorpinto.blogspot.com/&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mercado não é um semideus detentor de todas as verdades, mas tão pouco se pode confiar que um grupo de pessoas seja capaz de saber o que é melhor para todos. Por isso, alguns problemas existentes no mesmo exigem de nós formas de repensar o trabalho para que o mesmo seja um mecanismo adequado para se obter conforto material, por meio de oportunidades para a maior gama possível de pessoas. E um dos problemas mais sérios que percebo nas questão das oportunidades de emprego e renda é o espaço reduzido que pessoas que não correspondam a ideias 'estéticos', sociais e/ou componentes religiosos minoritários no Brasil. Em outras palavras, a prática absurda e preconceituosa de contratar aqueles que somente se enquadram em estereótipos sociais aceitáveis. Banindo os criativos, os questionadores, os curiosos; enfim, as mais brilhantes mentes de nosso tempo porque são gordos, baixos ou altos demais; do 'sexo errado' [algo que jamais compreendi já que temos sempre a origem em pessoas de ambos os sexos], 'velhos', de preferências sexuais e/ou religiosas diferentes; ou simplesmente porque não seguem uma cartilha de mediocridade e submissão.&lt;br /&gt;Se você perguntar, quase todas as pessoas que conheço irão repudiar tais absurdos. Porém, pergunte ao empresário o percentual de mulheres em cargos executivos em sua empresa, ou de minorias étnicas; ou, ao menos de origem humilde [que não negue ou tenha que esconder tal origem]. Pergunte ao RH da sua empresa o que falta para contratar mais portadores de necessidades especiais. E, neste caso último, ele ou ela - na maioria dos casos - lhe dirá que pretendem fazer ajustes no layout e em breve - assim como há dois anos atrás estas pessoas já diziam - irão contratar os mesmos. Ou, em um caso de cinismo inconveniente, apresentará meia dúzia de contratados em posições operacionais. Ou citará um ou dois casos, com extrema repetição por anos infindáveis, do diretor que sofreu um acidente e continuou a trabalhar, do professor que usa 'muletas' etc. Mas o detalhe é que os casos são contados como uma forma de 'caridade', uma 'benevolência' da organização [...].&lt;br /&gt;Sim, eu sei, há exceções. Mas justamente as exceções deveriam ser invertidas. Deveriam ser poucos os casos em que existissem empresas que não contratariam pessoas por sua competência. Poucos, muitos poucos, empresários e diretores deveriam ter ouvido sobre casos de abuso moral, de abuso sexual ou de promoção e contratação por questões apenas políticas.&lt;br /&gt;Para mudar não é necessária uma revolução. Nem, tão pouco mudar o sistema socioeconômico como propuseram Stalin, Hitler e outros megalomaníacos perigosos e destrutivos. Basta olhar as pessoas como pessoas, não se preocupar com a localidade de origem, os títulos pomposos e vazios; nem escolher por uma superficial simpatia das entrevistas. Basta julgar pela competência técnica [ existem testes para isso ! ], pela vontade de aprender e pela capacidade de imaginação. Basta, dar um basta, na cultura do 'jeitinho' brasileiro. E basta lembrar, um dia pode ser você. Ou seu [sua] filho [a], um de seus pais ou amigos [as] [...], pode ser qualquer um de nós enfrentando a tudo e a todos por uma oportunidade de mostrar que a competência profissional é mais fruto de imaginação, persistência e experiência do que qualquer outro pré-requisito 'questionável'.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6557073267703917090-3845260320018985097?l=economiacomportamental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/feeds/3845260320018985097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/lembrando-voc.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/3845260320018985097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6557073267703917090/posts/default/3845260320018985097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiacomportamental.blogspot.com/2008/09/lembrando-voc.html' title='Lembrando a você [...].'/><author><name>Luciano Rodrigues Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04436234397528578486</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-iD23AB6AVDk/TrWDGYjb0sI/AAAAAAAAACo/DvvRN6sp67U/s220/DSC01061.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
